Pegada Alimentar dos Portugueses

Estudo assinado por investigadores da UA e da GFN em parceria com a ZERO é destaque na comunicação social


O estudo “Transição alimentar sustentável em Portugal: uma avaliação da pegada das escolhas alimentares e das lacunas nas políticas de alimentação nacionais e locais”, publicado na revista científica Science of the Total Environment, assinado por investigadores da UA e da Global Footprint Network, é destaque em vários órgãos de comunicação social como Expresso, Jornal Público, SIC Notícias, TVI24, entre muitos outros, pelas conclusões relevantes que aponta sobre a insustentabilidade dos padrões alimentares dos portugueses, e ainda frágil estrutura de políticas públicas existentes para inverter esta trajetória, mas também no identificar de boas práticas para as políticas locais promotoras de uma alimentação sustentável.


Dos vários alertas deixados por este importante estudo podemos salientar a dependência da biocapacidade de países estrangeiros (como Espanha, França, Ucrânia ou mesmo China e Senegal) para produzir os recursos alimentares que satisfaçam a procura da população portuguesa, como também o peso de 30% da alimentação na pegada ecológica dos portugueses, que faz de Portugal o país do mediterrâneo com a maior Pegada Alimentar per capita (1,08 gha).


As notícias completas podem ser consultadas aqui:

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